Fizemos uma aula de ensino e aprendizagem que muito fez sentido para mim. Eu ensinei uma técnica havaiana de auto perdão mas ao mesmo tempo aprendi. A pessoa que ensinei chorou e eu, baixinho, chorei junto também. Quando tocamos em nossa essência, algo muito bonito acontece com a gente. Me lembrou na hora a seguinte música, Ho'oponopono, cantada e composta pelo autor Maurício Duboc:
Se acolho o que meu ego vê
Ou se vejo algum mal em você
Sinto muito… me perdoe
Te amo… Sou grato…
Te amo… Sou grato…
Se endosso o que não é real
Se acredito que existe o mal
Sinto muito… me perdoe,
Te amo… sou grato…
Te amo… sou grato…
Se esqueço que sou Infinito
Se dou crédito a qualquer delito
Se dou crédito a qualquer delito
Sinto muito… me perdoe,
Te amo… sou grato…
Se a mente que mente é do ego
Se o medo ainda me deixa cego
Se o medo ainda me deixa cego
Sinto muito… me perdoe
Te amo… sou grato…
Te amo… sou grato…
Se esqueço de que somos Um
Não percebo o que nos é comum
Não percebo o que nos é comum
Sinto muito… me perdoe,
Te amo, sou grato…
Te amo, sou grato…
Se em seus olhos não consigo me ver
Se ainda creio que é preciso sofrer
Se ainda creio que é preciso sofrer
Sinto muito… me perdoe,
Te amo… sou grato…Te amo…
Te amo… sou grato…Te amo…

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